POSTAL DE NATAL

Um feliz Natal para TODOS, especialmente para os nossos professores, para os visitantes do Bem-Vindo ao Paraíso e para toda a comunidade escolar!

os alunos do 11.º 9:

Ana Beatriz Ana Rita Catarina Cristina Daniela Diana Gonçalo Inês Peixoto Inês Santos Jéssica Joana Costa Joana Rodrigues João Paulo Maria Alexandra Maria Maria Inês Pedro Silva Pedro Coelho Rita Sérgio

Natal, 2015

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Sermão de Santo António & Imagens

 Fragmentos das apresentações orais.

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A imagem representa bem o que é criticado por padre António Vieira, pois nela é possível ver um homem poderoso/rico (um dos “peixes grandes”) a tentar roubar a cesta do peixe, que foi pescado com esforço pelo homem mais pobre (um “peixe pequeno”). Enfim, é atual a realidade exposta no sermão: “Os grandes comem os pequenos…”.

Maria Alexandra

 

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O pequeno gato gostaria de parecer (ou vê no seu reflexo) uma coisa que não é, mas que quer transmitir aos outros. A fotografia ilustra o que se passa, atualmente, na comunicação on line entre desconhecidos. Tantos roncadores… É caso para dizer “Com papas e bolos se enganam os tolos!“. E um dos tolos enganados é também o enganador.

Joana Costa

Subordinação

orações subordinadas substantivas relativas

conectores

Pronomes relativos

Quantificadores relativos

Advérbios relativos

que, o que, quem,

a quem, o/a qual,

os/as quais

quanto, quanta,

quantos, quantas

onde

como

As orações subordinadas substantivas relativas podem desempenhar várias funções sintáticas: sujeito, complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo, complemento agente da passiva, predicativo de sujeito e modificador do grupo verbal.

Exemplos:

  • Padre António Vieira sabia bem o que dizia.   complemento direto
  • Quem acusava os colonos acabava por ser perseguido.   sujeito
  • Onde estivesse Vieira, o povo, curioso, reunia-se.   modificador do grupo verbal
  • Ele sabia como comover e convencer o seu público.   complemento direto
  • Ele deu ao índios brasileiros quanto tinha da sua fé.   complemento direto
  • Elogiou quem era digno de o ser. complemento direto
  • O polvo não é quem parece.   predicativo do sujeito
  • Falava sempre a quem o quisesse ouvir.   complemento indireto
  • O orador gostava de quem seguisse com amor e verdade a fé cristã. complemento oblíquo
  • Infelizmente, o Sermão de Santo António não foi apreciado por quem mais dele precisava.   complemento agente da passiva
  • Padre António Vieira conhecia os vícios dos homens e sabia bem quais repreender nos peixes.   complemento direto
  • Os indígenas viviam como podiam.   modificador do grupo verbal

Boas aprendizagens!

IA

conectores – Ficha de trabalho

Aconselha-se a consulta do auxiliar de estudo Português - Testes e Exame, Ensino Secundário, 12.º ano escolaridade, edições ASA (p. 231).

Tenho de ou Tenho que?…

Aluno – Professora, diz-se tenho de ou tenho que?

Professora – Diz-se das duas maneiras, P… Mas com sentidos diferentes.

Aluno – Como assim?…

Professora – Quando se utiliza tenho de, o verbo ter é auxiliar de um outro e exprime necessidade, dever, obrigação. Aliás, é um dos verbos que é marca linguística da modalidade deôntica de obrigação… Em, por exemplo, “Hoje, tenho de sair mais cedo!” expressa-se uma necessidade, ou seja, o verbo é sinónimo de “precisar de” e poderíamos dizer: “Hoje preciso de sair mais cedo!“. Quando se utiliza tenho que, ter é verbo principal e que introduz uma oração subordinada. Ora vê esta frase: “Hoje, tenho que fazer, não posso sair contigo!“. O verbo ter tem como complemento direto a oração subordinada.

Aluno – E é completiva a oração? Que é conjunção?

Professora – Parece, não parece?… Mas tenho dúvidas. Penso que aquele que é pronome relativo e refere-se a um pronome indefinido ou a um demostrativo elidido. A frase inicial deveria ser qualquer coisa deste género: “Hoje, tenho MUITO (muita coisa) que fazer.” ou “Hoje, tenho o que fazer.”… E aqui está uma boa estratégia para tu distinguires as duas expressões pois, quando se usa tenho de, não consegues fazer o que eu fiz com o último exemplo. Ora vê: “Hoje, tenho muito (muita coisa) de sair mais cedo!”. Não funciona, pois não?! E com a segunda hipótese também não. “Hoje, tenhode fazer.“!…

Aluno – Pois… Não funciona, não! Mas o melhor, para mim, é eu pensar na primeira estratégia, tipo, substituir o tenho de ou tenho que por preciso de e vejo logo se dá, se tem o mesmo sentido.

Professora – É uma boa estratégia, de facto!

Aluno – E a oração?… É subordinada completiva?

Professora – Esse é um mistério que terei de desvendar… Talvez tenha de fazer uma pequena viagem de comboio. Numa certa Carruagem 23!…

IA

Atrever-me-ia a dizer que a oração destacada em "Hoje, tenho que fazer.", considerando que corresponde a "o que fazer.", se classifica como oração subordinada substantiva relativa. Mas aguardo resposta de mestre...