Intervalando com um mar imenso…

Já que estamos a estudar o poeta da natureza, que tal darmos um saltinho ao mar?

Alberto Caeiro gostaria deste La Mer. A sensação visual impera ali, toda… E a comunhão com a imensidão desse elemento natural, que embalou o coração do “eu” na canção, pode aproximar-se à comunhão sentida nos famosos versos “Sinto todo o meu corpo deitado na realidade, / Sei a verdade e sou feliz.”.

En français, numa versão “jazzística”, numa voz roucamente feminina… Diretamente do Canadá, Chantal Chamberland:

 

La Mer 

La mer
Qu’on voit danser
le long des golfes clairs
A des reflets d’argent
La mer
Des reflets changeants
Sous la pluie

La mer
Au ciel d’été
confond ses blancs moutons
Avec les anges si purs
La mer
bergère d’azur
Infinie

Voyez
Près des étangs
Ces grands roseaux mouillés
Voyez
Ces oiseaux blancs
Et ces maisons rouillées

La mer
Les a bercés
Le long des golfes clairs
Et d’une chanson d’amour
La mer
A bercé mon coeur
Pour la vie

Uma excelente semana!

IA

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Publicado por

isauraafonseca

Professora do Ensino Secundário - Português

2 opiniões sobre “Intervalando com um mar imenso…”

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