Carpe Diem

No Clube dos Poetas Mortos

 

Saudades deste filme de Peter Weir, de 1990!

Ricardo Reis, o heterónimo mais erudito de Pessoa, só não aprovaria o conselho “Façam das vossas vidas uma coisa extraordinária!”.

Afinal, o “eu” nas odes de Reis é um simples observador do rio que caminha para o mar, um mero espectador da vida que passa. Nunca é ator. Nunca se assume como alguém que busca protagonismo. Mas é sempre aquele que aceita o que o Fatum lhe reserva.

E que cada um de nós encontre o seu verso, como sugere Walt Whitman, de quem falaremos quando estudarmos a poesia do sr. engenheiro Álvaro de Campos.

Boa semana!

IA

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Publicado por

isauraafonseca

Professora do Ensino Secundário - Português

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