Outras lutas

E agora, onde vamos? 

Hoje, foi dia de cinema na aula de Português. O filme impunha-se pelos tempos conturbados que a Europa e o mundo vivem com a ameaça do terrorismo. Mas também por várias pontes possíveis com a obra de Luís Sttau Monteiro.

É libanês e fez-se pela mão de uma mulher, a realizadora e atriz Nadine Labaki. Criou-o com aquela doçura tão feminina, talvez a única arma capaz de derrotar não só a amargura das mulheres que sofrem (com) a morte dos seus mais queridos mas também a raiva e prepotência dos homens que desejam a guerra.

Afinal, como diz Matilde de Melo, em Felizmente há luar,  “As mulheres (…) estão sempre dispostas a colaborar com a tirania para conservarem os maridos em casa.”. Aqui não se compactuou com a tirania. Outras foram as estratégias… Algumas bem divertidas!

E assim se cumpriu a lição.

IA