Reino dos Céus e Alexandre, o Grande

Hoje foi dia de cinema na aula de Português. Não correu como eu esperava. Levo Reino dos Céus, de Ridley Scott, levo ficha de trabalho, mas o filme tem a imagem fragmentada. Nada se vê. Que fazer?

Viagem rápida até ao centro de recursos da ESG e trago outro realizador (Oliver Stone), outros heróis, outros tempos. Sem templários, como fora prometido! Da ficha aproveita-se a última atividade, aquela que justifica o visionamento do(s) mesmo(s).  Aqui ficam excertos de ambos. 

O primeiro: o que se queria ver.

O segundo: o que se viu.

Ficam também em comum o épico, os heróis (tipologia), duas realizações soberbas, interpretações fabulosas… E uma fragilidade única que só os GRANDES conhecem: uma enorme solidão! Porque a sua visão do mundo é demasiado estranha e inovadora (diria mesmo precoce) aos olhos dos seus contemporâneos, os comuns mortais.

IA

Ficha de trabalho: O reino dos céus
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Outras lutas

E agora, onde vamos? 

Hoje, foi dia de cinema na aula de Português. O filme impunha-se pelos tempos conturbados que a Europa e o mundo vivem com a ameaça do terrorismo. Mas também por várias pontes possíveis com a obra de Luís Sttau Monteiro.

É libanês e fez-se pela mão de uma mulher, a realizadora e atriz Nadine Labaki. Criou-o com aquela doçura tão feminina, talvez a única arma capaz de derrotar não só a amargura das mulheres que sofrem (com) a morte dos seus mais queridos mas também a raiva e prepotência dos homens que desejam a guerra.

Afinal, como diz Matilde de Melo, em Felizmente há luar,  “As mulheres (…) estão sempre dispostas a colaborar com a tirania para conservarem os maridos em casa.”. Aqui não se compactuou com a tirania. Outras foram as estratégias… Algumas bem divertidas!

E assim se cumpriu a lição.

IA