Revivendo (nostalgicamente) o passado no verão

Do emblemático álbum  “The Wall”, dos Pink Floyd, um dos meus temas preferidos, com duas vozes extra(ordinárias). O “dono” de uma delas, infelizmente, já partiu.

Comfortably Numb

Eddie Vedder, a solo:

Bowie, a solo:

Em espanhol, uma “Oracion”, de Heroes del Silencio:

Por fim, um “Everybody Hurts”, com (algum) alento…

Não. Afinal, ainda não era “por fim”.

Escrita por Paul Anka, em parceria com  Jacques Revaux, autor do tema francês “Comme d’habitude”, interpretado inicialmente por Claude François, foi imortalizada por Sinatra. Mas eu escolhi o Anka:

E o tema em francês, numa versão mais fresca:

Agora, sim, é o fim! 

Continuação de um bom Verão (?)!

IA

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Intervalando com 2CELLOS – Hallelujah

Já aqui tivemos duas vezes Leonard Cohen. Esta peça esteve pelo Natal, na voz de Rufus Wainwright, acompanhado de tanta, tanta gente…

E, agora, 2CELLOS, com o grande Hauser:

E K. D. Lang, numa das minhas versões favoritas:

Boas viagens!

IA

Intervalando com um momento em que se fala de loucura e…

Procurava o episódio de Isto é Arte que vi no domingo. Tratava de Leonardo da Vinci, enquanto pintor, escultor, inventor… Enfim, um verdadeiro homem do Renascimento. Não o encontrei no youtube, mas descobri estes pequenos excertos do mesmo programa e achei que deviam estar aqui. Estão em espanhol, mas é possível recorrer às legendas.

Ensinar os mais novos a olhar e ver a arte: o mito bíblico David pelos olhos e mãos de pintores e escultores. Rámon Gener é, de facto, um brilhante comunicador!

E, finalmente, encontrei este curriculum vitae de Leonardo e uma breve referência a O principezinho!

Boas viagens!

IA

 

Intervalando com Morango(s)

imagem colhida por FA

Morangos

No começo do amor, quando as cidades 
nos eram desconhecidas, de que nos serviria 
a certeza da morte se podíamos correr 
de ponta a ponta a veia eléctrica da noite 
e acabar na praia a comer morangos 
ao amanhecer? Diziam-nos que tínhamos 

a vida inteira pela frente. Mas, amigos, 
como pudemos pensar que seria assim 
para sempre? Ou que a música e o desejo 
nos conduziriam de estação em estação 
até ao pleno futuro que julgávamos 

merecer? Afinal, o futuro era isto. 
Não estamos mais sábios, não temos 
melhores razões. Na viagem necessária 
para o escuro, o amor é um passageiro 
ocasional e difícil. E a partir de certa altura 
todas as cidades se parecem. 

Rui Pires Cabral, in ‘Longe da Aldeia’ 

BOM DOMINGO!
IA